domingo, 18 de outubro de 2026

Os Ferreiras de Real de Cima!

 


A ida da minha bisavó Eusébia para o lugar de Real de Cima, onde nasceu o seu filho Carlos, em 1880, faz-me acreditar que havia ali gente da sua família que lhe deu guarida, nos últimos tempos de gravidez. Ela própria descendente da família Ferreira, do lugar do Outeiro, da freguesia de Macieira de Rates, é prova mais que suficiente de que, a terem existido esses familiares, seriam dessa família com toda a certeza, irmãos, primos ou tios.

Ao ter conhecimento que na nova toponímia de Pedra Furada existe uma Travessa da Casa de Ferreira (ver na imagem acima) mais me faz crer que foi ali, nesse exacto local, onde nasceu o Tio Carlos, irmão da minha avó Maria, que casou e viveu a sua vida toda, depois dos 10 anos de idade, e lá teve a sua descendência, no lugar de Lagoa Negra, na freguesia de Barqueiros. E ali ficou sepultado, como toda a sua descendência mais próxima. Depois da morte do seu único neto, António, em Fevereiro de 2021, restam vivas as suas duas filhas, nascidas na segunda metade do século XX.

Mais ainda, acredito que a Quinta das Passeias, umas velhotas solteironas que ainda cheguei a conhecer pessoalmente, no tempo em que o Daniel da Tia Amélia era lá feitor, era a tal Casa de Ferreira que deu nome à tal travessa que, hoje, faz parte da toponímia da freguesia de Pedra Furada. Mas isso irei ainda investigar a fundo, pois planeio ir até lá entrevistar o presidente da Junta de Freguesia e descobrir o que ele sabe a respeito disso.

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